Mais uma super dica dos tempos da vovó.
Estamos num período em que quem disser que não está virando almoço de uns insetos minúsculos que tiram a paz de qualquer ser racional, está mentindo. Não há bolso que aguente gastar tanto dinheiro com repelentes.
Umas semanas atrás estava na casa de mami e comecei a sentir os ataques, minha mãe levantou, foi até o quarto e pegou um pequeno borrifador com um líquido escuro e começou a jogar nas pernas, nos braços e no local onde estávamos, como era a sala o local que ela mais jogou foi embaixo do sofá.
Dois minutinhos se passaram e estávamos em paz!
Não aguentei a curiosidade e perguntei o que era. Ela me disse que era uma receitinha da vovó. Naquele borrifador ela colocou álcool, para a quantidade de álcool ela colocou 1/4 de água e uns 10 cravos. Deixou de um dia para o outro descansando e começou a usar.
Gente, sem brincadeira, é um ótimo repelente e como o álcool é misturado com a água não deixa a pele ressecada.
Essa receita, minha avó aprendeu na fazenda! Em 1923 ( ano de nascimento de minha avó) , no interior de Minas Gerais, não havia essa de repelente, então eles tinham que improvisar. Que improviso fantástico!
Semana passada no programa Mais Você, na Globo, a Ana Maria levou um médico para falar dessa receita que anda circulando por aí, só que a deles tem que colocar óleo hidratante,. Eu não vejo a necessidade do óleo, mas o que importa mesmo é que o cheiro do cravo não deixa o mosquito posar e isso é comprovado por testes feitos em laboratório, diz o médico.
Sem falar na economia e no cheirinho gostoso que fica em você e no ambiente!